23 de fev de 2011

Dos sonhos

O sonho da noite reaparece no final da manhã trazendo o rosto de alguém que não vejo há muito tempo e a vaga lembrança de uma conversa que não reconheço. Aos poucos, as cenas vão voltando cada vez mais nítidas, o que só me confunde: sei que nada daquilo aconteceu, mesmo assim fico em dúvida por uns momentos.
Os sonhos pregam peças assim: às vezes, inventam o futuro e, de vez em quando, reinventam o passado.

(ST)

Um comentário:

Drika disse...

Eu gosto do mundo onírico... acho que eles vem para nos ajudar.

Abraços!