9 de jun de 2010

Poção

Numa dessas noites frias, voltei a ser a menina que queimava a língua sem paciência de esperar o chocolate esfriar.
Às vezes o passado reaparece assim: um gosto doce e urgente.

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Lembrei desse texto, publicado aqui em 2008, depois de um dia de coincidências surpreendentes, com o e-mail, o telefone e os sonhos sincronizados em outro tempo.

(ST)
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