11 de mai de 2010

Noite

Debaixo da cama, encolhido de frio, o monstro continuou dormindo, com preguiça de assombrar. No quarto da menina, só tinha o silêncio e a sombra da coruja, voando lá fora, debaixo da chuva fininha, sem nenhum medo da noite.

(ST)

3 comentários:

Michele Prado disse...

Definitivamente, eu adoro os seu blog, Silvana! É sempre um prazer entrar aqui e ler os seus escritos.

Silvana Tavano disse...

Michele, que legal, obrigada!

Maria Teresa disse...

Que bom se todos os monstros ficassem sonolentos para sempre!
Bjos