Lembro do professor de matemática desenhando na lousa um oito deitado -- o símbolo do infinito --, como uma linha contínua girando em círculos de um tempo que não tem começo nem fim. E então coloco o oito de pé e vejo uma ampulheta por onde o tempo escoa em grãos de areia, passando tão igual e tão diferente pelos 18 anos do meu filho e pelos 80 anos do meu pai.
5 comentários:
Olá,Silvana!
Somos os alunos do 1ºanoD do Colégio Pentágono de Perdizes.
Queremos te dizer que o Livro "Como começa" é muito legal.
Beijos e Abraços! E até quarta que vem!
Tchau.
Até lá! E beijos pra turma toda!
Silvana!
Quem lê os seus posts - e tb os comentários - desconfia que você deve estar bem ali no meio, na cintura da ampulheta, na confluência de todas as linhas e gestos...
E, mais do que isso, que você se deixa afetar pelo movimento de tudo o que passa.
Quem lê, então, não tem outra saída senão sorrir por dentro.
;-)
:)
obrigada, MCris!
Lindo! Sintonia perfeita com nossa sensação de fim de semestre, o corpo fazendo um oito no espaço e o tempo que passa... parabéns e obrigada por nos brindar com linhas tão belas!
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