8 de mai de 2012

Oito

Lembro do professor de matemática desenhando na lousa um oito deitado -- o símbolo do infinito --, como uma linha contínua girando em círculos de um tempo que não tem começo nem fim. E então coloco o oito de pé e vejo uma ampulheta por onde o tempo escoa em grãos de areia, passando tão igual e tão diferente pelos 18 anos do meu filho e pelos 80 anos do meu pai.
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