12 de jul de 2018

ver o mundo

eu vi o sol adormecendo no mais azul dos mares e andei pelas ruas estreitas de ilhas antigas, filhas de vulcões adormecidos como os deuses que moram lá. 
vi o passado pelas frestas das monumentais colunas do Parthenon, esbarrei nas sombras dos fantasmas que se escondem em cavernas, ouvi o silêncio das catedrais, e segui muitos gatos -- quantos! --, senhores absolutos do território. 
trouxe comigo o sabor das azeitonas, uma pedra branca que encontrei numa praia rochosa e a sensação do vento me envolvendo, num fim de tarde, os olhos no horizonte azul do Mediterrâneo. 
ver o mundo é tão bom. voltar é tão bom.
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