24 de ago de 2008

Baile de máscaras (3)



Não achei foto de todo mundo que Paulinha, Janette, Mauri, Lucca e Manoel lembraram, mas aí estão alguns mascarados que faltavam: os Impossíveis, Irmãos Metralha, Mexilhãozinho e Homem Sereia, da turma do Bob Esponja, The Flash e o Fantasma da Ópera.

(ST)

23 de ago de 2008

Baile da máscaras (2)




Pra completar o time: Fantasma (May, gostou?), Spirit e National Kid.
Mais alguém?

(ST)

21 de ago de 2008

Muito além da capa

Não é a mesma coisa que folhear um livro "ao vivo" e a idéia nem é essa: o Lookybook é uma espécie de cardápio-literário virtual, com dezenas de sugestões que as crianças (e também os pais) podem conferir, olhando página por página de um livro antes de comprar.
Não é o caso pra quem não se interessa por textos escritos em inglês mas, ainda assim, dá pra passear pelas ilustrações e divertir bastante no site, escolhido como um dos 50 melhores de 2008 pela revista "Time". Pincei um lindo exemplo: o livro-imagem "O Outro Lado", de Istvan Banyai, editado aqui pela Cosac Naify.





Não é o máximo?

(Silvana Tavano)

20 de ago de 2008

Lulas in love!



Fui conferir o que a editora de moda e amiga querida Biti Averbach anda fazendo e achei essa animação deliciosa, produzida pela escola francesa Gobelins. Essas lulas apaixonadas (e tresloucadas) não estão no mesmo clima da prima Soledad e seu brujo Afonsito?
Ai, que paixão!

(Silvana Tavano)

17 de ago de 2008

Um dia de festa

De manhã, assisti à estréia da Cia. de Dança Aberta, com a adaptação do "Como Começa" no palco do Espaço Cultural CPFL, em Campinas
...
e, à tarde, caprichei nas dedicatórias para Manoel, Lucca, Maurício, Sophia, Paulinha, Gabriela e mais um monte de amigos que apareceram no estande da Callis, na Bienal




(Silvana Tavano)

Oba, é hoje!

Estão todos convidados para o lançamento oficial do "Como Começa" na Bienal: a partir das 16h, vai ter contação de história lá no estande da Callis (rua D, avenida 6). Apareçam!

12 de ago de 2008

Ai , que chique 2!!

Também fui entrevistada pela jornalista Shirley Paradizo. Vai !

(Silvana Tavano)

11 de ago de 2008

Resposta pronta

Daqui pra frente, sempre que alguém me perguntar se existe preconceito contra literatura infantil ou se esse seria um gênero menor (pois é, as pessoas ainda fazem essas perguntas...), minha resposta vai com nome e sobrenome -- o do escritor moçambicano Mia Couto, que definiu a questão com maestria e poesia:

"Não sei se alguém pode fazer livros 'para crianças'. Na verdade, ninguém se apresenta como fazedor de livros 'para adultos'. O que me encanta no ato da escrita é surpreender tanto a escrita como a língua em estado de infância. E lidar com o idioma como se ele estivesse ainda em fase de construção, do mesmo modo que uma criança converte o mundo inteiro num brinquedo.
...
À força de contar histórias para meus filhos adormecerem, inventei uma convicção para mim mesmo e acredito que invento histórias para que a Terra inteira adormeça e sonhe. O escritor traria, assim, o planeta no colo".

O texto abre o livro "O Gato e o Escuro", lindamente ilustrado por Marilda Castanha e editado pela Companhia das Letrinhas para crianças (ou adultos?) de todas as idades.

* E pra quem ainda lembra: aguardem o emocionante final da mininovela "À Procura do Bruxo Encantado" nos próximos postículos.

(Silvana Tavano)

9 de ago de 2008

8 de ago de 2008

7 de ago de 2008

De blog em blog

Como não tive tempo de pensar no problema da prima Soledad, o final (ou a continuação, sei lá...) fica pra amanhã. Enquanto isso, sugiro um passeio pelo Flor de Papel: já faz um tempinho que descobri o blog dessa ilustradora argentina, Cecilia, e me encantei com suas colagens delicadíssimas -- mui, mui hermoso!, diria o brujo Afonsito. Cecilia publicou o trabalho que reproduzo aqui no post "Pasó un viento". Não é uma lindeza?

(Silvana Tavano)

6 de ago de 2008

Estréia dupla!

Ufa, dirão os leitores do blog que já não estão agüentando a interminável mininovela (mini?) da bruxa Creuza. E ufa digo eu, que não sei que fim dar ao drama da prima Soledad. AI!
...
Mesmo que soubesse, hoje o assunto é outro: o texto do meu "Como Começa" (olha a capa aí ao lado!) inspirou a mais nova montagem da Cia. de Dança Aberta, um grupo de pesquisa em dança formado e dirigido por Julia Ziviani.
Julia é uma amiga pra lá de querida e tem um currículo dez estrelas: entre mil e uma piruetas no Brasil, Europa e Estados Unidos, ela foi diretora artística do Balé da Cidade e hoje é chefe do Departamento de Dança na Unicamp, em Campinas. Lá será encenado o espetáculo "Começar e Cutucar, Vamos Ver Onde Dá?", que faz parte do núcleo de teatro infantil do Espaço Cultural CPFLe estréia no dia 17 -- o mesmo dia do lançamento do livro!

(Silvana Tavano)

4 de ago de 2008

Intervalo


"Los tres cerditos y el lobo feroz", pra continuar no clima caliente da prima Soledad e seu brujo Afonsito. Aguardem o próximo postículo!
(ST)

31 de jul de 2008

À procura do bruxo encantado -- postículo 4 e 1/2 (ainda)

Antes que a bruxa Creuza decidisse o que fazer naquela situação confusa, o brujo Afonsito começou a tossir, e tossir pra valer. Pudera! No meio de todo o fumacê que aquela aparição teatral tinha provocado... Até a Araci estava se abanando!

Depois de um último e sonoro pigarro, o primo Afonsito olhou na direção da Creuza, abriu os braços e, passando por cima da Soledad, que continuava desmaiada, cumprimentou a bruxa efusivamente:
- Prima Creuzita! Mil desculpas por aparecer de repente e sem avisar!

Verdade seja dita: essa parte espanhola da família da bruxa Creuza era mesmo bem temperamental, mas isso valia pra dia de chuva e dia de sol. Do mesmo jeito que eles eram birrentos e briguentos, eram carinhosos, festeiros e muito animados. Numa palavra: calientes!

Ai, ai, ai
Que olé!


Ao se aproximar, o brujo logo emendou:
-... É que... Buenas... Quando madre Dolores contou que minha preciosa tinha viajado para... para...para conhecer um novo pretendente...
- ?
- ... Um amigo seu, não é isso?...
- ??
- ... Buenas, fiquei desesperado! E como sou assim, como dizer... um pouquito impulsivo, talvez... Buenas, cá estou!
- ???


AI.

Aguardem o quinto e talvez último postículo da mininovela!
(Silvana Tavano)

-

21 de jul de 2008

Parafuso horário

Duas semanas de férias e muitas horas de avião depois, cá estou de volta, com umas idéias e muita saudade -- do blog, dos amigos, de casa e da minha gata. Prometo colocar a bicicleta em movimento assim que o tic do relógio estiver conversando com o tac da minha cabeça. Até já!
(Silvana Tavano)

5 de jul de 2008

Férias, oba!


E não parece que a tirinha do Laerte foi feita sob encomenda pra ilustrar as férias do blog? Volto na última semana de julho. Até lá!
(Silvana Tavano)

3 de jul de 2008

Ai, que medo!

Minha gata --Miúda Felina-- só sai de casa muito de vez em quando pra ir ao pet-shop tomar banho, e sempre dentro da sua casinha. Mas vira e mexe a bichana me segue e acaba entrando no elevador comigo. Ela sabe o que vai acontecer e acho que se arrepende no mesmo instante em que a porta fecha. É sempre igual: quando começamos a descer, a pobrezinha me olha aflita, pula no colo, mia desesperada dizendo que quer sair correndo daquele espaço apertado e desconhecido. O elevador balança e Miúda treme no meu colo, com os fios do bigodão espetados e o coraçãozinho batendo tum-tum-tum, tadinha, nem parece aquela felina metida que desliza feito rainha por todos os cantos do apartamento. Piora quando chegamos ao subsolo e abro a porta do elevador. Atônita, ela olha em volta e gruda, cravando as patas na minha roupa.
A viagem de elevador não é uma experiência fácil pra Miúda. Do ponto de vista dela, imagino que seja algo parecido com entrar numa nave espacial e chegar misteriosamente ao escuro planeta-garagem. Como é que a mesma porta se abre e lá fora tudo está diferente? Não é pra menos que a gatinha fica desentendida...
Pra mim, o avião é uma espécie de elevador gigante. Depois de embarcar, controlo todos os meus instintos pra não sair correndo quando pressinto que a porta vai fechar. E assim que a nave começa a se mover na pista, se preparando pra subir e, inexplicavelmente, voar, fecho os olhos e revivo a agonia da minha gata --minutos intermináveis de pura aflição (que, dependendo das condições do vôo, podem se transformar em horas de pânico). Quando a aeromoça me olha, compadecida (devo ficar num estado lastimável, porque isso sempre acontece) bom, nessa hora sempre tenho vontade de gritar: SEI QUE AVIÕES SÃO SEGUROS E QUE A SENHORA PASSA A VIDA SUBINDO E DESCENDO, MAS EU ESTOU A-PA-VO-RA-DA E QUERO VOLTAR PRA MINHA CASA! SOCORRO.
Viajar de avião definitivamente não é uma experiência fácil pra mim. Como a minha gata, já sei o que vai acontecer e, a cada decolagem, juro que será a última vez. Só que, diferente dela, quando o avião pousa e a porta abre fico eufórica. Desço aquela escadinha quase saltitando de alegria, louca pra ver as novidades. Assim que piso em terra firme, esqueço de todo sofrimento, nem lembro do medo que senti.
E é por isso que, apesar de tudo, lá vou eu, de novo.
(Silvana Tavano)

2 de jul de 2008

Flip virtual

Boa notícia pra quem não vai pra Paraty: a partir de hoje, o blog da FLIP publica textos, fotos e vídeos da festa.
(ST)

1 de jul de 2008

Muito pelo contrário

Parar pra pensar
Pensar sem parar
Dizer tudo sem falar nada
Chorar de alegria
Sonhar acordada
Correr pra poder tirar férias
...
e não é que no avesso do avesso
tem a mesma idéia do começo?

(Silvana Tavano)