30 de set de 2010

Adolescência

Tive a sorte de contar com o talento da Maria Eugenia no livro-reportagem que fiz com doze adolescentes, e que deve sair ainda este ano, pela Callis. Acho que os entrevistados também vão gostar das imagens que acompanham seus depoimentos e que traduzem muito do que eles me contaram sobre o tema do livro, "O Nosso Rito a Gente Inventa".
Todos eles, de um jeito ou de outro, estão começando a voar com aquela sensação de que o mundo finalmente está em suas mãos.

(ST)

27 de set de 2010

Aniversário


Três anos e 797 posts depois, continuo descobrindo novos caminhos todos os dias. Obrigada a todos que acompanham os passeios da bicicleta!

(ST)

24 de set de 2010

Como começa


Um segredo começa quando a gente não conta nada
Uma amizade, quando a gente quer contar tudo
Pra saber onde as coisas vão dar, só tem um jeito: começar!


E quando a gente escreve um livro, nunca sabe onde ele pode chegar. A querida Julia Ziviani e seu grupo Dançaberta, de Campinas, juntaram o meu "Como Começa?" com o "Nem Tudo se Cutuca", da Marília Fiorillo, pra criar um espetáculo de dança para crianças. O grupo já se apresentou em várias cidades do interior e agora está chegando a São Paulo: "Começar e Cutucar: Vamos Ver Onde Vai Dar?" estreia no dia 10 de outubro, no teatro do Itaú Cultural (av. Paulista 149), às 16h. Já reservei meu lugar na primeira fila.

(ST)

23 de set de 2010

22 de set de 2010

Bichos


Só tenho pensado neles nos últimos dias por conta de um novo livro. O trabalho já está quase concluído -- pra dizer a verdade, só falta o título, ainda não me convenci com nenhum dos que pensei. Estou esperando sugestões da minha gata e do resto da turma: o Billy da Janette, a calopsita da Estela, o Gatão da May, a Risoleta da Maria Amália, o Pipo da Cristina, as porquinhas-da-índia da Débora e todos os outros. Tenho certeza que um dos personagens vai ter uma boa ideia.

(ST)

21 de set de 2010

Escrever (2)

Debaixo do chuveiro, dentro de uma gaveta, no recheio do bolo, na caixinha dos óculos, num galho esquisito que não combina com a árvore, na pressa do relógio, num livro esquecido na estante, na sala de espera do dentista, enquanto o sinal está vermelho, numa fotografia antiga, no supermercado, no pulo da gata, dentro da bolsa, lendo jornal, no cheiro do café, no sonho da noite que reaparece de dia, depois do susto, no meio da música. A gente sempre pode esbarrar numa ideia que está querendo se contar.

(ST)

20 de set de 2010

17 de set de 2010

Os dias

Passa o rio
E o passarinho
Passam as nuvens
E os carros

A tristeza também passa

(ST)

15 de set de 2010

No ar

O silêncio fala outra língua
Mas também revela
É como o vento invisível
Movendo um barco a vela

(ST)

13 de set de 2010

Cor-de-rosa


Por aqui, a primavera está começando assim.


Não é incrível ser tão suave e exuberante ao mesmo tempo?

(ST)

11 de set de 2010

Sábado



De bicicleta, entre o rio Tejo e o poema de Alberto Caieiro. Do projeto "Os Poetas", de Rodrigo Leão e Gabriel Gomes, filmado por Nuno Trindade Lopes, editado por Abilio Vieira e enviado pra cá pela May Shuravel.

(ST)

10 de set de 2010

9 de set de 2010

Manhã

O vento chegou assobiando baixinho, soprou um som de violino pra acordar os passarinhos e fez a árvore balançar no ritmo da melodia.
Hoje o vento inventou a música do dia.

(ST)

8 de set de 2010

7 de set de 2010

Feriado

Aproveite o silêncio da rua
Pra escutar os seus pensamentos
Até sentir que a cabeça flutua
A caminho do mundo da Lua

(ST)

3 de set de 2010

Nova fase


Hoje é dia de fazer arte com a turma -- tem sessão aquarela com a Maria Eugenia, a dona desse lindo estojo aí em cima, e as escritoras-ilustradoras May Shuravel, Carla Caruso e Maria Amália Camargo. Depois da fase abstrata (registrada aqui, caso alguém se anime a conferir) bom, agora entrei num lance mais figurativo, e ando fazendo experimentações com cores.



Sim, são balões.
...
Pelo menos ficou alegrinho, né?

(ST)

2 de set de 2010

Cinco estrelas


Resolvi incrementar o drive-thru da turma que vem lanchar na minha janela todos os dias. Coloquei essa plataforma-bandejão entre a soleira e a persiana. Agora eles não precisam ficar se equilibrando e degustam calmamente o menu de frutas variadas. As maritacas aprovaram o novo espaço -- depois de comer, dão um tempinho e ficam por ali, papeando ou só apreciando a vista. O sabiá, por exemplo, fez uma pausa pra aproveitar o ventinho.


(ST)